Família Ideal de Deus – Mensagem da Paz n°1

Respeitados líderes mundiais, qual vocês acham que é o propósito definitivo de Deus para criar os seres humanos? Colocado de forma simples, é para experimentar alegria através do relacionamento com famílias ideais preenchidas com amor verdadeiro.

Como se parece uma família ideal? Primeiramente, cada pessoa na família é um soberano do amor verdadeiro.

Quando Deus primeiramente criou os seres humanos, Ele fez Adão representando todos os homens, e Eva representando todas as mulheres, com a intenção de que eles se tornassem soberanos do amor verdadeiro. A forma mais rápida para eles cultivarem um caráter de amor verdadeiro era assegurar um relacionamento pai e filho com Deus, onde eles poderiam viver atendendo a Deus como seu Pai. Eles deveriam ter seguido o caminho de viver como uma única família com Deus.

Eu convido vocês a entrarem em um estado transcendente de oração e perguntarem para Deus: “Qual é o centro do universo?” A resposta que vocês ouvirão indubitavelmente será: “o relacionamento pai e filho.” Nada é mais importante ou mais precioso do que o relacionamento entre pai e filho. Isto é porque ele define o relacionamento fundamental entre o Deus Criador e os seres humanos. Então, o que define o relacionamento pai e filho? Três coisas: amor, vida e linhagem.

A primeira coisa é amor. Podemos amar com amor verdadeiro porque Deus, nosso Verdadeiro Pai, primeiramente nos amou com amor verdadeiro. Deus criou os seres humanos a partir de Seu amor absoluto, para serem Seus parceiros no amor. Este relacionamento forma um eixo de amor, ligando Deus, o Pai, com os seres humanos como Seus filhos e filhas.

Pode haver alguma coisa mais elevada ou mais preciosa do que ser um filho ou uma filha de Deus? Se algo fosse mais elevado, então seguramente os seres humanos aspirariam alcançá-lo. Mas não há nada mais elevado. Vocês acham que quando o Deus onisciente e onipotente criou Adão e Eva, ele secretamente reservou a posição mais elevada para Si mesmo, e fez Adão e Eva para serem apenas o segundo melhor? Não podemos imaginar que Deus faria isso para Seus filhos, para Seus parceiros que compartilham amor absoluto com Ele. Como nossos Verdadeiros Pais, Deus investiu a Si mesmo 100 por cento na criação dos seres humanos e nos dotou com o direito de igualdade com Ele, para participarmos em Sua obra como iguais, para vivermos com Ele, e herdarmos a partir Dele. Deus concedeu aos seres humanos todos os Seus atributos.

Embora Deus seja o ser absoluto, Ele não pode ser feliz sozinho. Adjetivos tais como “bom” e “feliz” não podem se aplicar a qualquer ser que vive em isolamento. Eles se aplicam somente onde há um relacionamento mútuo dinâmico. Imaginem uma cantora profissional que se encontra em uma ilha despovoada. Ela pode cantar no máximo de sua voz, mas sem ninguém para ouvi-la, isto traria felicidade a ela? Da mesma forma, até mesmo o Deus autoexistente necessita absolutamente um parceiro com quem possa compartilhar amor a fim de experimentar alegria e ser feliz.

A próxima coisa é vida. Como deveríamos viver para nos tornarmos parceiros de Deus e retornarmos alegria para Ele? Em outras palavras, como deveríamos viver para nos tornarmos filhos de Deus, pessoas a quem Deus se deleita em chamar “Meu filho,” ou “Minha filha,” porque Ele vê em nós uma divindade igual à Dele mesmo? Como podemos nos tornar parceiros de Deus na conclusão da obra da Criação, parceiros que herdarão toda a criação? Esta é minha pergunta: Devemos emular o ideal que Deus estabeleceu no início de Suas ações criativas. No início da criação, Deus agia baseado no princípio de viver pelo benefício dos outros. Em outras palavras, Tudo o que Ele fez era para o benefício de Suas criações, a quem Ele esperava que se desenvolvessem em Seus parceiros de amor verdadeiro. A prática de amor verdadeiro é o núcleo da atividade criativa de Deus.

Portanto, para nos tornarmos filhos de Deus, nossa primeira responsabilidade é nos assemelharmos a Ele. Precisamos encarnar o amor verdadeiro. A maneira para encarnar o amor verdadeiro começa com o viver como um filho dedicado, então como um patriota, um santo, e finalmente um filho ou filha divino de Deus. Nesse estágio podemos experimentar as emoções mais íntimas do coração de Deus e resolver a aflição que Ele tem experimentado por dezenas de milhares de anos desde a Queda de Adão e Eva. Deus é Todo-Poderoso. Não foi devido a qualquer falta ou ausência de capacidade que Ele esteve aprisionado em grande dor e esteve suportando imenso sofrimento por trás das cenas da história. Ao invés, há providências no Princípio de Restauração, as quais Ele não tinha liberdade para descumprir, que exigiam que Ele esperasse com paciência até que as posições de Adão e Eva perdidas na Queda humana, fossem recuperadas através do surgimento do “Segundo Adão” aperfeiçoado. Embora Deus seja Todo-Poderoso, Ele não colocará de lado as leis e princípios eternos que Ele mesmo estabeleceu.

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