Histórias da Vida do Verdadeiro Pai – Parte II

O Menino que nunca desistia

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Se olhar para o Verdadeiro Pai, você pode imaginar como ele pode fazer tanta coisa? Ele começou apenas como uma pessoa que não tinha nada. Mas Deus deu a ele a maior tarefa de todas, que é fazer do mundo um lugar maravilhoso. Certamente, isto devia parecer um trabalho impossível para ele. Como ele esperava poder fazê-lo?

Uma razão pela qual o Pai pode fazer as coisas que ele faz, é porque ele tem uma incrível força de vontade. Mesmo se olhar para a infância do Pai, você encontrará esta verdade. Uma vez que fixa sua mente em fazer algo, ele nunca desiste até que obtenha sucesso naquilo. Ocorreu uma situação em uma noite quando ele era um menino e viu as pegadas de doninha na neve.

Nesta época o Pai era muito interessado na natureza. Ele conhecia tudo por milhas ao redor de sua casa. Ele conhecia tudo sobre os animais, os peixes e que tipo de árvores havia. Portanto, quando viu as pegadas da doninha naquela noite, ele sentiu algo milagroso, e queria aprender mais.

A lua estava cheia, e estava muito claro com a luz da lua brilhando sobre a neve. Lentamente, o menino ajoelhou-se e tocou a trilha na neve. Quão distante estava a doninha? A trilha estava recente, não poderia estar tão distante. Ele olhou para cima e imaginou que a doninha possivelmente poderia até mesmo estar olhando para trás e vendo-o na escuridão.

Lentamente, ele começou a seguir a trilha. Ela desapareceu sob um arbusto, e então ele andou ao redor do arbusto. Sim, ela saiu pelo outro lado e estava se dirigindo para um riacho próximo. Ele seguiu a trilha até a borda do rio, e ali a trilha desapareceu novamente. Ele procurou em ambos os lados do riacho, pensando que a doninha podia ter cruzado para o outro lado. Mas não! A trilha não continuava lá. Ele procurou e procurou.

Muitos outros teriam parado neste ponto, sentindo que a trilha havia sido perdida para sempre. Mas, uma vez que o Pai tinha começado algo, ele iria até o fim. Ele finalmente encontrou a trilha outra vez a certa distância do riacho e continuou seguindo-a novamente.

Aonde quer que a trilha fosse o Pai a seguia. Sem importar quanto a trilha fosse torcida em curvas, ele continuou seguindo-a. Se a trilha passasse sobre algumas rochas e fosse perdida, o Pai procurava ao redor da borda de cada rocha até novamente encontrar onde ela continuava.

Era 3 horas da manhã (que é exatamente no meio da noite), e o Pai estava bastante longe de casa. O pensamento de que ele devia desistir da busca e voltar, atravessou sua mente. Mas não! Ele não havia alcançado essa doninha. Ele devia continuar!

Ao mesmo tempo, a doninha tinha estado observando o Pai e imaginando quem era este menino que a estava seguindo tão intensamente. Porque ele não desiste? O animal cansado subiu por uma outra aglomeração de rochas, fez uma curva a direita, e foi para o norte. Ela se lançou sob um arbusto na borda das rochas e se escondeu. Certamente, ela estava segura agora. Mas olhando para trás, ela viu o Pai se aproximando.

O menino não foi confundido quando a trilha cruzou as rochas. Ao invés, ele continuou procurando por qualquer coisa que o animal pudesse ter pisado ou por um galho quebrado. Aha! Havia riscos na borda de uma das rochas onde a doninha havia escorregado. A trilha estava seguindo direto para aqueles arbustos. O Pai se moveu em sua direção novamente.

A doninha correu!

Agora a perseguição se tornou uma batalha de sagacidades, com a doninha desesperada com a esperteza do Pai. Esta retornou pela trilha e se escondeu. O Pai seguiu a trilha até o fim e procurou ao redor. Mas ele soube imediatamente o que havia acontecido. Girando, ele começou a seguir a trilha de volta, procurando pelo lugar onde a rota da doninha saia da trilha. Sim! Lá estava! O menino correu adiante, e a doninha saiu de seu esconderijo e correu novamente.

O lado leste do céu estava se tornando claro, e o Pai pôde ver que estava próximo da vila vizinha. A perseguição tinha durado entre seis ou sete horas. Agora, na claridade o Pai poderia ver a doninha mais facilmente. A doninha estava exausta e havia perdido a esperança de escapar. Agora a doninha encarou o menino, mas estava muito cansada para lutar. Rapidamente, o menino correu e agarrou a doninha vencida. A perseguição havia terminado!

Mas o Pai era amável e bom. Sua perseguição tinha como motivação, a curiosidade e a determinação. Ele não tinha a intenção de machucar a pobre doninha. Ao invés, ele cuidou dela. Então, gentilmente ele abaixou a doninha e a deixou ir. O pai olhou para a vila. Ele estava com fome. Ele iria parar e pedir para alguém dar-lhe o café da manhã, e então começaria sua longa caminhada para casa. Assim era o Pai. Ele nunca desistia.

Em outro momento quando ele era mais velho, o Pai foi pescar enguias com seu primo. Como você sabe, enguias se parecem com algumas cobras. Sendo que elas vivem na água, elas são muito escorregadias e quase impossível pegá-las. Elas apenas escorregam entre seus dedos. Para agarrá-las, você tem que tentar agarrá-las na água enlameada.

O Pai visualizou uma grande enguia e perseguiu-a dentro da água por um longo tempo. Finalmente, depois de várias tentativas, ele a capturou e trouxe-a vitoriosamente para colocá-la na cesta. Mas de repente, ela deslizou de suas mãos e nadou rapidamente para longe.

Não querendo deixar seu prêmio ir embora tão facilmente, o Pai pulou sobre ela e afundou a cara na água enlameada. Ele procurou, e de relance viu a enguia se escorregando para fora da vista em águas mais profundas.

Com um olhar de determinação ele seguiu, procurando em todos os lugares no fundo da lama. Ele deveria desistir desta enguia? Nunca! Ele manteve-se rastejando e tateando com as mãos até que ficasse coberto de lama da cabeça aos pés. Finalmente, ele sentiu-a esfregando contra suas mãos, e a agarrou rapidamente. Desta vez, ele fez uma boa pressão na enguia no fundo da lama e levantou-a vitoriosamente. Sem mesmo limpar a lama de seu rosto, ele gritou para seu primo: “Olhe! Olhe! Eu a peguei; Eu a peguei!”

Como o Pai pode ser capaz de realizar tanto? Uma razão é que ele nunca para até que tenha sucesso. Uma vez que se decide em um objetivo, ele não deixa de cumpri-lo. O Pai tem este tipo de natureza.

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