Influências Espirituais

A família e a comunidade humana são altamente interdependentes e inter-relacionadas. Esses laços não cessam na morte. Tal como existe grande interdependência na terra, há grande interdependência entre material e as realidades espirituais, e elementos estão constantemente sendo trocados entre as duas realidades. As ações de um descendente influenciam seus antepassados, que permanecem ativos, mesmo se participantes invisíveis na vida da família e da comunidade. Da mesma forma, sua influência nos descendentes é grande, se frequentemente reconhecida.

Vida Espiritual

Às vezes as pessoas dizem “Vovó estava comigo” ou “Meu falecido pai teve uma mão nisso” quando eventos na terra parecem indicar a influência contínua de uma personalidade que tenha passado para o mundo espiritual. Não há nada assustador neste
tipo de experiência. Geralmente esses momentos são acompanhados por uma sensação de proteção e amor. É natural que aqueles com quem uma pessoa compartilha laços de sangue estejam conectados com essa pessoa, mesmo depois que eles tenham passado para uma dimensão diferente de existência. Também é natural que o amor e preocupação deles permaneçam vivos.

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O Coração de Deus

O Coração de Deus é a fonte de Seu amor, o núcleo de Seu ser. Este coração o impele a viver para o benefício de Seus filhos e a criação. Deus é o rei do amor.  “Deus pode desfrutar Sua vida sem amor?” pergunta o Reverendo Moon. “Não. Entretanto, por mais onisciente e onipotente que Ele possa ser, por Si mesmo, Ele não pode desfrutar felicidade… Você diz que está feliz porque você tem pais, seu esposo ou esposa, seus entes queridos. Você diz para alguém, ‘Eu estou feliz porque eu tenho você
comigo…’ Se isso é verdade com os seres humanos, o mesmo se aplica para Deus.”

Coração de Deus

Mais do que os pais terrenos mais devotos, o Pai Celeste é tão apaixonadamente preocupado com cada um de Seus filhos, que a alegria ou angústia de nenhuma pessoa escapa à Sua observação. “E nenhum deles está esquecido diante de Deus,” temos a
certeza e segurança que cada pessoa “vale mais do que muitos passarinhos” (Lucas 12:6-7). O coração de Deus é totalmente relacional; ele não pode ficar indiferente e distante; ele não pode desfrutar do isolamento.

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Como falar com um ateu sobre Deus

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Nos últimos tempos, o ateísmo e pessoas que seguem tal pensamento – e suas eventuais consequências – têm aumentado grandemente em número e relevância social. E não raras vezes nos deparamos com essas pessoas em nossa vida diária, em nossos círculos de vivência.

O seguinte artigo, escrito originalmente por Cheryl Roth para o blog da comunidade unificacionista Faith Fusion (New Hampshire, EUA), pode fornecer alguns insights sobre como melhorar nossa aproximação com essas pessoas, otimizando assim a realização da nossa missão de anunciar os Pais Celestiais e Verdadeiros Pais para o mundo. Continuar a ler

A Repartição da Responsabilidade Divina e Humana

Criação de Adão (Michelangelo)

Pode-se muito bem perguntar: Se as pessoas devem assumir total responsabilidade por suas palavras, ações e atitudes, então qual é a responsabilidade de Deus?

Frequentemente as pessoas dizem que Deus é totalmente responsável por tudo, que todas as coisas devem ser deixadas para Deus, no próprio tempo de Deus, que nada acontece fora da vontade de Deus. Outros dizem que a ação humana é igualmente, se não mais importante: salvação, por exemplo, seve ser operada “com temor e tremor” (Filipenses 2:12). “Oh, fiéis!” diz o Alcorão, “Vocês são responsáveis por suas próprias almas” (5.105)¹.

Qual porção de responsabilidade para um bom resultado é da humanidade, e qual porção de responsabilidade é de Deus? A definição e limites da responsabilidade individual são definidas de forma diferentes pelas diversas religiões. O Budismo Theravada, o Jainismo e o Hinduísmo não ateísta em relação à jornada da vida como inteiramente a responsabilidade do indivíduo. Cada pessoa é uma “lâmpada para si mesmo”; tudo funciona para sua própria salvação e por si mesmo. Por outro lado, no Cristianismo, Judaísmo e Islamismo, responsabilidade individual é concedida no contexto de graça que foi concedida antes dela. O relacionamento entre esforço e graça é o que Tomás de Aquino chamava de sinergia: esforço segue a graça, e graça estimula o esforço.

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