O Pai Estava Preocupado Sobre os Problemas da Vida Humana Desde Seus Primeiros Tempos

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Mesmo quando o Pai era jovem, ele estava sempre sério sobre os problemas da vida humana. Ele era sério sobre o problema da morte. Ele compreendeu que o Céu existe, e ele também pesquisou sobre o mundo secular e decidiu: “Eu seguirei este caminho, este é o meu curso fórmula”.

Por toda a sua vida o Pai recebeu perseguição, e sempre pensava que não havia nenhuma ideia que ele não tentasse. Em uma situação séria, ou em uma na qual ele tivesse que sofrer, ele não tentava se proteger com uma espada contra seus inúmeros inimigos.

Portanto, você está errado se vive uma vida confortável. No momento de partida, já há uma diferença entre aqueles que se tornarão generais e aqueles que serão apenas soldados.

O Pai experimentou estudar uma única página por vários meses. Além disso, ele tentava pensar sobre tudo por vários meses. Ele fez isso com relação às questões fundamentais e importantes da vida humana e da existência. O Pai diz que devemos enfrentar esses problemas ao custo de nossas vidas.

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A Atitude da Juventude

Tenha um Grande Sonho

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Se você é um jovem, você tem um sonho como um jovem. Isto é a esperança! Nossa esperança é viver agarrado a Deus com a mão direita e agarrado ao mundo com a mão esquerda. Quão interessante é isto!

Quando uma pessoa jovem tem esperança, ela não deve sonhar apenas com homens em mente. Certamente homens são mudados pelas ideologias.

Você deve ter um grande sonho. Embora a realidade atual seja difícil, você pertencerá a Deus se viver o sonho do futuro, e aceitar a realidade presente para o benefício do futuro. Deus lembrará dessa pessoa.

Então, você acalentará a esperança pelo futuro sob fáceis circunstâncias, ou sob dificuldade e severas adversidades? Qual é a mais valiosa?

Dificuldade e adversidade.

Por que isso é assim? Porque então os resultados finais se tornarão os mais maravilhosos e alegres. Por isso, como as pessoas deveriam passar os próximos dez ou vinte anos? De forma contínua e firme, ou de forma hesitante e oscilando para cima e para baixo? Qual é a melhor? Continuamente.

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Seminário Para Jovens em Curitiba

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Agora é oficial! No feriado de Páscoa datado no início do mês de abril acontecerá o primeiro seminário para jovens em Curitiba (Paraná)! O evento será realizado através do trabalho do grupo de jovens local, o Ministério Jovem South Garden, com o apoio da sede de Curitiba e a sede central de São Paulo.

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Histórias da Vida do Verdadeiro Pai – Parte V

Um coreano no Japão: O Pai deixa a Terra Natal

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Havia três anos desde que Jesus apareceu pela primeira vez ao Pai e disse-lhe qual seria sua missão. Ele havia aprendido muitas coisas sobre Deus, sobre o universo, sobre Satanás. Mesmo gastando muitas horas do dia orando, ele também foi para a escola. Agora o Pai tinha 19 anos de idade. Ele havia se graduado no colégio. Ele estava imaginando se Deus queria que ele continuasse indo para a escola, talvez uma faculdade. Enquanto orava na montanha, ele perguntou ao Pai Celeste: “O Senhor me deu uma missão tão grande. Agora eu terminei o colégio. Eu sempre quis ir para a faculdade. Mas o que o Senhor quer que eu faça agora?”

Tudo estava tão quieto ao lado da montanha. Então um pássaro pairou silenciosamente pelo ar. O Pai ficou silenciosamente esperando a resposta de Deus. Então o Pai ouviu de seu interior Deus dizendo: “Vá para o Japão para a faculdade. Você deve aprender sobre o Japão e o povo japonês.” O Pai curvou sua cabeça muito profundamente quando ouviu isto. “Pai Celeste, eu irei para o Japão. Mas eu precisarei da Sua ajuda. Eu nunca estive em outro país antes.”

Era algo completamente assustador pensar em ir para o Japão. Quando o Pai tinha 19 anos, o Japão e a Coreia eram países inimigos. O pai pensou sobre os soldados japoneses que vieram para sua cidade. Eles nunca sorriam. Somente davam ordens ao povo coreano. Os soldados japoneses fizeram todos os coreanos falarem japonês, ao invés de coreano. Era duro ter que aprender este idioma do inimigo. Era sempre uma boa sensação poder falar coreano com seu pai e sua mãe em casa, mas o Pai tinha que falar japonês na escola.

Ao lado da montanha, o Pai pensou sobre todas estas coisas. Mas toda vez que ele se sentia assustado, parecia que Deus o abraçava, e fazia com que o Pai se sentisse melhor e mais forte. Ele disse para Deus: “Eu sei que o Senhor não quer que os japoneses e os coreanos sejam inimigos. Eu irei lá pelo Senhor.”

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Histórias da Vida do Verdadeiro Pai – Parte IV

Um Adolescente ouve a voz de Deus: Uma revelação de Jesus 

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O Pai era um adolescente. Ele tinha 16 anos. Mesmo que ninguém lhe dissesse o que fazer, ele sempre se levantava cedo para orar antes de ir para a escola. Ele era muito sério.

Em uma manhã de Páscoa ele acordou antes do sol surgir, se vestiu e subiu uma montanha das redondezas. Então ele começou sua oração matinal. Ele não orava por roupas novas ou alimentos diferentes, ou por uma bacia maior de arroz. Ao invés, o Pai orava pelos coreanos que sofriam. Ele orava para que pudesse entender tudo sobre Deus, tudo sobre Jesus, e tudo sobre o mundo.

“Eu oro para poder ser mais sábio a fim de ajudar as outras pessoas,” ele orava mais e mais. “Eu oro para que eu possa ter a maior fé em todo o mundo. Oro para que eu possa ter mais amor, até mesmo mais amor do que Jesus.”

Após algum tempo, aconteceu algo que fez desta Páscoa a mais importante de todas. De repente, surgiu diante dele um homem! Aparentemente ele apareceu a partir do nada.

“Olá,” disse o homem. “Você me reconhece? Eu sou o seu amigo, Jesus.”

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Histórias da Vida do Verdadeiro Pai – Parte III

O menino e o valentão

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Quando o Pai era um garotinho, mesmo sendo tão jovem, ele entendia muito bem a bondade e a maldade. O Pai não suportava ver a maldade. Sempre que ele via algo mal ocorrendo, tal como alguém roubando ou sendo mesquinho com outro, ele tinha que pará-lo. Às vezes, isto significava que teria que lutar utilizando seus punhos, mesmo que não o quisesse. Primeiro, o Pai sempre tentava conversar com a pessoa que estava fazendo algo errado. Ele procurava faze-lo entender que estava errado ao fazer aquelas coisas e que devia parar de fazê-lo. Se a pessoa não o ouvisse, então o Pai sentia que não tinha escolha a não ser lutar.

O único momento que o Pai lutaria era se alguém fosse muito mal. Vocês vêem, somente a bondade e a retidão pertencem a Deus. Não deveria haver qualquer lugar no mundo para o mal, porque Deus quer que este seja um lugar agradável para todos viverem. E o Pai queria a mesma coisa. E também, o Pai lutaria somente com alguém que fosse mais forte do que ele mesmo. Não seria justo, ele pensava, lutar com alguém mais fraco do que ele.

Na escola na qual o Pai estudava, havia um menino muito mesquinho, que sempre machucava as outras crianças ou as fazia chorar. Ele era conhecido por todos como o valentão da escola, e as crianças menores tinham medo de ir à escola por causa dele. O Pai tentou repetidamente convencê-lo a parar de machucar as crianças, mas o menino não o ouviu. Ele apenas ria do Pai com uma risada muito mesquinha. O valentão era quatro anos mais velho do que o Pai, e também era muito maior e mais forte.

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Histórias da Vida do Verdadeiro Pai – Parte I

O Pai nasceu em uma fazenda na Coréia

Houve alguns sinais espirituais antes do nascimento do Pai, e seu avô viu alguns sinais de sua grandiosa vinda. Já ouvimos que eventos milagrosos ocorreram. Baseado nestas informações, os eventos desta história foram escritos. Eles não devem ser tomados como verdades literais. É uma história que pretende dar o sentido superficial de seu nascimento, o ambiente na Coreia… uma história de como poderia ter ocorrido.”

O horizonte estava se tornando rosa com o raiar do sol em Chonju da província de Buk-Do. A velha mulher se livrou da pesada colcha de cama. Ela era chamada de “Halmoni” (avó) por seus muitos netos e filhos. O assoalho ainda estava um pouco morno pelas pedras quentes colocadas sob ele na noite anterior. Mas o ar do inverno estava congelante, e a respiração dela era visível pelas nuvens de vapor. Na escuridão, havia traços de gelo ao longo das bordas das janelas pintadas de branco. Apesar de sua idade, ela era muito lúcida. Ela era, apesar de tudo, uma coreana, e coreanos são orgulhosos de seus rigorosos invernos.

Ela vestia uma longa saia que alcançava abaixo de seus tornozelos, uma blusa branca de algodão e um colete roxo de tricô com bolsos. Ela calçava sandálias em seus pés que aparentavam pequenas canoas com os dedos dos pés virados para cima. Por último, ela vestia um revestimento de pele, amarrado com um pedaço de corda. Ela empurrou a porta e saiu pela escuridão gelada. Ela seguiu seu caminho através da fazenda até a pilha de lenha, colocando seus dedos finos e velhos em suas axilas para mantê-los aquecidos.

A pilha de lenha era uma torre em forma de cone de varas cortadas de madeira tão alta quanto a casa. No celeiro ao lado da casa, o galo cantou, e os outros animais começaram a se agitar. Ela arrastou uma grande porção de madeira, que estava congelada e grudada, e retornou para a pequena casa.

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