Fomentando a Unidade de Mente e Corpo

O cuidado da sociedade contemporânea pela máxima liberdade e autonomia do indivíduo apresenta desafios para aqueles que se disciplinam, e que fortalecem a vontade moral daqueles sob seus cuidados. Por um lado, a sociedade impõe muito menos controles externos no comportamento individual do que tradicionalmente; expectativas sociais são bastante frouxas sobre todas as questões desde etiqueta até comportamento sexual. Isto sugeriria que o local do controle deve residir dentro do indivíduo como nunca antes. Por outro lado, provavelmente nunca houve antes menos apoio social para o autocontrole individual. A sociedade ocidental orientada ao consumidor exalta o conforto e autoindulgência e despreza a contenção e disciplina. Incutir autocontrole em si mesmo ou nos outros vai contra a tendência cultural.

Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam […]. – Romanos 8:28

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Unidade Mente e Corpo

“Tão alto como as montanhas e tão profundo como o oceano,” é uma metáfora utilizada em incontáveis canções e poemas para descrever a afeição de um amante. Esta é uma bela promessa de devoção eterna, comparada com a vastidão, mas ainda mais importante, implicando também a constância e confiabilidade do mundo criado. Para ser tão “fiel como aquelas colinas,” tão “certo como a chuva” e assim por diante para exemplificar a integridade perfeita de todas as coisas no universo, sua unidade de propósito e expressão, caráter e forma. Em termos humanos, isto é harmonia de palavra e ação, mente e corpo — uma precondição necessária para amor verdadeiro e duradouro.

A penetrante dualidade das naturezas interna e externa caracteriza todos os seres. Animais movem seus corpos de acordo com sua mente instintiva. Da mesma forma, as plantas exibem sensibilidade e responsividade ao seu ambiente pela virtude da vida invisível dentro delas. Coisas inanimadas também se comportam de acordo com suas naturezas físico-químicas inerentes. Aristóteles denominou estas duas dimensões de ideia e matéria. A filosofia Indiana chama estas duas dimensões de espírito (purusha) e matéria-energia (prakriti). A natureza interna de um ser dá a ele seu propósito e direção, e comanda sua forma externa. Estas naturezas interna e externa são tão intrinsecamente conectadas, tão inseparáveis — de fato, uma não pode existir sem a outra — que dificilmente as notamos.

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A Vida de Esposo e Esposa em uma Família Abençoada

Famílias abençoadas devem renunciar ao conceito de vida convencional. O casal ideal que Deus originalmente desejava devia retornar glória a Deus, mas ao invés, o casal decaído retornou tristeza para Deus. Há a deslealdade do arcanjo como também a irresponsabilidade de Adão e Eva. O arcanjo estava destinado a estabelecer a condição de lealdade e piedade filial em relação a Deus, mas ele falhou em fazer isso. Portanto, a providência de restauração deve estabelecer condições de lealdade, piedade filial e amor virtuoso.

Embora nós, como pessoas decaídas, tentamos estabelecer essas condições de amor, não podemos alcançar o padrão original porque o inimigo interfere com nossa lealdade, piedade filial e virtude. É fácil falarmos e pensarmos sobre nos tornarmos leais à nação, dedicados aos nossos pais e fiéis aos nossos cônjuges, mas a lealdade, a piedade filial e o amor virtuoso originais são diferentes do que imaginamos. Esse é o motivo pelo qual precisamos do ponto central.

Porque Deus esteve estabelecendo o centro de coração de lealdade, piedade filial e virtude no amor, toda religião e moralidade deve seguir este padrão. Todas as pessoas religiosas e Jesus  estiveram tentando estabelecer a família para o propósito de estabelecer a condição de lealdade, piedade filial e virtude no amor. Deus estabeleceu a nação de Israel a fim de procurar por essa família. Jesus poderia ter feito Satanás se render se ele tivesse primeiro estabelecido a moralidade de lealdade, piedade filial e virtude no amor, e então ele teria se tornado o sacerdote para expandir essas condições. Quando filhos amadurecem, eles devem substituir a doutrina de Deus com Sua substância.

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A Vida é Curta

A vida humana é limitada. Embora possa viver um longo tempo, você não pode viver muito mais do que uma centena de anos.

Vamos dizer que você viveu por cerca de oitenta anos. Se você tira o tempo para o sono, isto é reduzido pela metade para quarenta. Dormir é viver? Dormir é como estar morto. Isto não é assim? Dormir é morrer.

Por esta razão, das vinte e quatro horas, você vive e luta somente metade disto. Então, e se você tira uma hora para comer? Além disso, se você tira o tempo para as festas, celebrações, funerais, e assim por diante, então você realmente viverá ao menos a metade da sua vida? Eu calculei da última vez, e descobri que somente utilizamos sete anos vivendo de verdade. Destes sete anos, quantos dias podem ser contados como dias de vida verdadeira? Há ao menos um único deste dia?

Entretanto, nosso sofrimento não dura mais do que oitenta ou cem anos, trinta e seis mil dias.  Os trinta e seis mil dias passam muito rapidamente. Você não pode suportar esse tempo curto? Deus esteve suportando sofrimento por centenas de milhões de anos. Entretanto, por mais miserável que o mundo possa ser, Deus não é influenciado. Embora Ele tenha milhões de
histórias em Seu coração, Ele não demonstra qualquer agitação.

A vida corre depressa. No tempo quando você amadurece e entende como é o mundo, você já está com quarenta ou cinquenta anos, e as próximas dezenas de anos passam em um instante. Então, rapidamente você terá sessenta e setenta anos. A expressão que a vida é um grande sonho de uma bela primavera parece tão real.

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