Unidade Mente e Corpo

“Tão alto como as montanhas e tão profundo como o oceano,” é uma metáfora utilizada em incontáveis canções e poemas para descrever a afeição de um amante. Esta é uma bela promessa de devoção eterna, comparada com a vastidão, mas ainda mais importante, implicando também a constância e confiabilidade do mundo criado. Para ser tão “fiel como aquelas colinas,” tão “certo como a chuva” e assim por diante para exemplificar a integridade perfeita de todas as coisas no universo, sua unidade de propósito e expressão, caráter e forma. Em termos humanos, isto é harmonia de palavra e ação, mente e corpo — uma precondição necessária para amor verdadeiro e duradouro.

A penetrante dualidade das naturezas interna e externa caracteriza todos os seres. Animais movem seus corpos de acordo com sua mente instintiva. Da mesma forma, as plantas exibem sensibilidade e responsividade ao seu ambiente pela virtude da vida invisível dentro delas. Coisas inanimadas também se comportam de acordo com suas naturezas físico-químicas inerentes. Aristóteles denominou estas duas dimensões de ideia e matéria. A filosofia Indiana chama estas duas dimensões de espírito (purusha) e matéria-energia (prakriti). A natureza interna de um ser dá a ele seu propósito e direção, e comanda sua forma externa. Estas naturezas interna e externa são tão intrinsecamente conectadas, tão inseparáveis — de fato, uma não pode existir sem a outra — que dificilmente as notamos.

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[Continuação] – Você é o Líder!

DECISÕES, DECISÕES

 Tire um momento para pensar sobre alguma das mais importantes decisões que você teve no ano passado. Escreva sobre cinco ou seis destas decisões. Então pense sobre como você chegou a essas decisões. Você reconhece alguma das abordagens listadas abaixo?

  • Uma decisão lógica. Eu selecionei, verifiquei, e ordenei toda a informação disponível, e então decidi o que seria melhor baseado nos fatos.
  • Uma decisão impulsiva. Eu não pensei muito. Eu agi no impulso.
  • Uma decisão emocional. Foi baseado no meu sentimento; o que eu queria e o que eu senti trouxe essa decisão.
  • Uma decisão intuitiva. É difícil explicar, mas eu apenas senti internamente que era a coisa que devia ser feita.
  • Uma decisão de emergência. Não havia tempo para pensar sobre isto. A decisão tinha que ser tomada rapidamente.
  • Uma decisão amarga.  Eu sabia que alguém seria ferido, mas isto não pôde ser evitado.
  • Uma decisão responsiva. Eu estava preocupado sobre a opinião das outras pessoas e sobre como elas seriam afetadas, assim levei em conta seus conselhos e sugestões.
  • Uma decisão por oração. Eu não sabia o que fazer, por isso orei e pedi a Deus por sua orientação.
  • Uma decisão orientada. Eu senti que estava fora do meu alcance, por isso eu pedi conselho para alguém que eu respeitava.
  • Uma decisão em grupo. Eu senti que todos precisavam estar envolvidos e assumir a responsabilidade pelo resultado.
  • Uma decisão apressada. Eu sabia naquele momento que provavelmente era um erro, mas eu não tinha tempo e nem a inclinação para pensar seriamente sobre as conseqüências.
  • Uma decisão ausente. Eu não fiz nada, e as questões tomaram seu próprio rumo.

Quais das decisões acima você acha que são as melhores formas de tomar decisões? Quais não são boas formas de tomar decisões?     

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